Falarei um pouco do óbvio, aquele que passa despercebido por nossos olhos, pois ora, se fossemos nos perguntar por tudo o que fazemos, perderíamos muito tempo e deixaríamos muita coisa por fazer, certo?
É assim, infelizmente que tratamos da natureza , pois deixamos de pensar no hoje, pra pensar no amanha.
Sim, pois os discursos que fazem em prol de um desenvolvimento sustentável e agradável ao meio ambiente, é pura mesquinharia, hipocrisia, pois pergunto a vocês, por que sempre pensamos no amanha? Por que sempre pensamos em arrumar, se poderíamos perfeitamente pensar em não destruir? Por que deixar pra depois o que pode ser feito agora? Simplesmente tudo isso é jogado pro campo do obvio nas nossas cabecinhas, e mais uma vez quem paga o pato é a natureza, que como um exercito de um home só, luta constantemente por sua sobrevivência.
O que venho lhes falar é simples, simplesmente parar pra pensar no obvio, no obvio de um papel jogado no chão, o obvio de uma torneira pingando, o obvio de dar a sua voz para a natureza que não pode falar sozinha. Vamos acordar, acordar para a verdadeira vida, acho que não preciso fazer aquele discurso de ambientalista barato, blá blá blá, que água está acabando, que a floresta está fazendo falta, etc. Por que acho que estão cansados de saber.
Temos é que cobrar, darmos nossa voz, nossa atitude veemente para a natureza, e não só para a natureza, para nossa política, que é uma das que mais fazem destroços nas nossas vidas. Atitude jovem faz toda a diferença, pois então temos de sair do esquecimento, das discussões internas e expressar nossas idéias, e creio que são fundamentais para o nosso hoje, que cá entre nós, está cheirando a velharia.
Venho aqui celebrar, talvez a estupidez humana, talvez uma homenagem ao meio ambiente, só que não lavarei minhas mãos em água podre, não tenho palavras bonitas para atitudes grotescas, não tenho paciência verdadeira a promessas mentirosas, só tenho um sonho, que é de poder viver sem desigualdades, pois o meio ambiente foi pensado para todos, mas infelizmente é desfrutado por poucos.
Por:Leandro C. do Valle
E-mail: leandrodovalle-acr@hotmail.com
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